sábado, 31 de maio de 2025

Eu sou a lenda

 






Ícone do scifi/horror dos anos 50

O ano era 1976, Robert Neville, possivelmente, o único sobrevivente de uma pandemia vampiresca que se assolava na Terrra. Neville não lutava apenas com os vampiros, mas também consigo mesmo em sua solidão. Ele, por sua vez, achou nos estudos uma forma de apoio e identificou a causa da doença era uma bactéria que ele a chamou vampiris . Muito legal que ele dismitifica as formas já conhecidas de se matar um vampiro, como exemplo a estaca no coração.

O livro, como sempre, superior as adaptações cinematográficas. Ele dialoga com a ficção cientifica e com o horror, e o horror nem sempre a vilania são os monstros, ali a solidão era um monstro um dilema també.m.Embora o final nos surpeeende, caça versus caçador, mutação? , "Desenvolviment o da sociedade? "

Aquém, destaca-se o papel que a obra teve e influenciou tanto na literatura, quanto ao cinema, dgio não nas adaptações da obra mas no gênero de sci fi e no horror.


Meu corpo Emily Ratajkowski

 




O livro fluiu e me prendeu do inicio ao fim. É um tema que me agrada, em tempos de redes (anti) sociais e (des) influenciadores, o corpo como um produto em constante observação e criticas.
Sou homem e gordo, mas sempre me aceitei e amei o meu corpo, porém a sociedade tem sérios pré conceitos e preconceitos e isso não é de agora, porém com o boom das redes sociais isso tem se alastrado de uma forma sem precedentes.
Vivemos na sociedade do espetáculo, onde tudo é baseado em "likes", "hates", "fake news" e onde se acredita se tá na internet é legal, idoneo ou verdadeiro. No passado, a tv fez o mesmo papel, mas nas redes sociais a coisa se escambalaicha. 
 No livro a autora, é modelo e nos narra sua historia e dificuldade , em lidar com as consequências da exposição.
Modelo, e de certa forma, fora do padrão pelo seu tamanho e com seios de certa forma avantajados em comparação ao que se pede, começou a sua carreira como modelo de biquinis, foi convidada a participar de um clippe de um rapper e nesta ultima parte traz a discussão do corpo feminino e sua exposição. Emily fora criticada ao aparecer no clipe nu e de certa forma provocante aos padrões da época, para ela foi apenas um trabalho. 
Sem delongas e spoilers, recomendo o livro pois é um alerta e uma força motriz o corpo e o lugar da mulher é onde ela deseja estar e independente do seu tipo físico e de sua carreira, a mulher tem todo direito de ser, estar e se pertencer onde ela quer que esteja e queira.

Eu sou a lenda

  Ícone do scifi/horror dos anos 50 O ano era 1976, Robert Neville, possivelmente, o único sobrevivente de uma pandemia vampiresca que se as...