sábado, 31 de maio de 2025

Eu sou a lenda

 






Ícone do scifi/horror dos anos 50

O ano era 1976, Robert Neville, possivelmente, o único sobrevivente de uma pandemia vampiresca que se assolava na Terrra. Neville não lutava apenas com os vampiros, mas também consigo mesmo em sua solidão. Ele, por sua vez, achou nos estudos uma forma de apoio e identificou a causa da doença era uma bactéria que ele a chamou vampiris . Muito legal que ele dismitifica as formas já conhecidas de se matar um vampiro, como exemplo a estaca no coração.

O livro, como sempre, superior as adaptações cinematográficas. Ele dialoga com a ficção cientifica e com o horror, e o horror nem sempre a vilania são os monstros, ali a solidão era um monstro um dilema també.m.Embora o final nos surpeeende, caça versus caçador, mutação? , "Desenvolviment o da sociedade? "

Aquém, destaca-se o papel que a obra teve e influenciou tanto na literatura, quanto ao cinema, dgio não nas adaptações da obra mas no gênero de sci fi e no horror.


Meu corpo Emily Ratajkowski

 




O livro fluiu e me prendeu do inicio ao fim. É um tema que me agrada, em tempos de redes (anti) sociais e (des) influenciadores, o corpo como um produto em constante observação e criticas.
Sou homem e gordo, mas sempre me aceitei e amei o meu corpo, porém a sociedade tem sérios pré conceitos e preconceitos e isso não é de agora, porém com o boom das redes sociais isso tem se alastrado de uma forma sem precedentes.
Vivemos na sociedade do espetáculo, onde tudo é baseado em "likes", "hates", "fake news" e onde se acredita se tá na internet é legal, idoneo ou verdadeiro. No passado, a tv fez o mesmo papel, mas nas redes sociais a coisa se escambalaicha. 
 No livro a autora, é modelo e nos narra sua historia e dificuldade , em lidar com as consequências da exposição.
Modelo, e de certa forma, fora do padrão pelo seu tamanho e com seios de certa forma avantajados em comparação ao que se pede, começou a sua carreira como modelo de biquinis, foi convidada a participar de um clippe de um rapper e nesta ultima parte traz a discussão do corpo feminino e sua exposição. Emily fora criticada ao aparecer no clipe nu e de certa forma provocante aos padrões da época, para ela foi apenas um trabalho. 
Sem delongas e spoilers, recomendo o livro pois é um alerta e uma força motriz o corpo e o lugar da mulher é onde ela deseja estar e independente do seu tipo físico e de sua carreira, a mulher tem todo direito de ser, estar e se pertencer onde ela quer que esteja e queira.

segunda-feira, 25 de novembro de 2024

Down with the System

 




"Everybody's going to the party, have a real good time

Dancing in the desert, blowing up the sunshine"



Para começo de conversa, a Armênia não fica no Oriente Médio e sim na Ásia. Esta afirmação, a quem estudou geografia/história/geopolítica possa parecer irrelevante, mas não é. Ela se encontra no início do livro, não me recordo se está logo ali nas primeiras páginas, mas onde está isso no livro isso é irrelevante. Para que estudou geografia, geopolítica e história talvez recorde, mas há quem confunda. ]
E esta confusão, é ela que realente importa.

Dei maior atenção ao genocídio Armênio, justamente pela voz do Serj Tankian/ System of a Down. E no livro Serj Tankian descreve e dá uma verdadeira aula sobre sua ancestralidade, os conflitos, seu ativismo (geopolíticos, internos e relacionados a banda).

Traz uma reflexão muito interessante sobre o que é o LAR, Tankian nasceu em Beirute no Líbano, porém seus ascendentes são refugiados da Armênia, por fim, aos 7 anos de idade foi para o Estados Unidos e teve que lutar junto a sua família para sobreviverem até conseguirem estabilidade e logo depois de conseguirem, um sócio do seu pai, o processou causando imenso desgaste financeiro e psicológico a todos. 

"We must call upon our bright darkness
Beliefs, they're the bullets of the wicked
One was written on the sword
For you must enter a room to destroy destroy, destroy
No international security
No call of the righteous man
Needs a reason to kill man
History teaches us so
The reason he must attain
Must be approved by his God
His child, partisan brother of war
Of war, we don't speak anymore"
Nos descreve a força criativa por trás do SOAD e a disparidade entre os integrantes na gestão da banda, principalmente no trato criativo e coletivo. 
Sobre a criatividade em sua grande maioria era responsabilidade de Serj e do Daron, e por falar em Daron e seu profundo amor pela música e pela banda, muitas vezes boicotava as composições e ou ideias de Serj.

Porém essa dupla é a força motriz da banda, enquanto Serj escreve suas letras abordando o Genocídio Armênio, crítica ao facismo entre outras questões sérissimas, Daron completava as canções com frases muitas vezes bobas, sem sentido....e isso contrabalanceia e nos dá o tempero do sucesso que a banda teve e tem.

Obra necessária tanto para fãs da banda, como para introduzir de forma enxuta os conflitos dentro do SOAD e também da questão da Armênia.

Triste como pleno 2024 temos pessoas que não entendem a posição da banda /Serj bem como de outros artistas e seus ativismos e posições contra o fascismo, ditaduras , guerras.
Para mim, é mais que um livro! Recomendo muito!

sexta-feira, 1 de novembro de 2024

Fahrenheit 451





Acredito (e aconselho) que todos deveriam ler este livro um dia. É impressionante o quão atual, ele o é. Geração tik tok deve nem saber o que é um livro ou mais atual (nem tanto) um e-book...

Em resumo, temos Montag um bombeiro que após sua vizinha questionadora sumir, o faz dele próprio um questionador. Vale ressaltar que o papel dos bombeiros não é apagar o fogo, mas sim em incendiar. O quê? Livros, pessoas intelectuais em posse de livros e suas respectivas casas.
Montag encontra Faber, um ex-professor e por momento fica na dualidade, por fim é aconselhado por Faber a ir ao sul, permeando o rio até encontrar os velhos trilhos de trem. 

Nessa região ele encontraria renomados e esquecidos(pela sociedade) acadêmicos que poderiam ajudá-lo ou quem sabe ajudar a recuperar a literatura, a história...a humanidade.

Montag imagina que estes ilustres, sejam seres realmente iluminados, mas de certa forma se frusta ao perceberem que são tão humanos quanto ele o é.

De certa forma, os acadêmicos se organizaram, e até de certa forma também contribuíram à queima de livros físicos, mas a luz, é que cada um deles, os guarda em suas memórias e os repassam para as gerações futuras até que no futuro (que esperamos não ser tão distante) os livros possam ser reimpressos. 

Ao longo da leitura fiquei curioso com os nomes Montag e Faber, e no posfácio ali estava a informação que eu suspeitava, o próprio autor nos conta, Montag virou nome de fábrica de papel e Faber de lápis, que reviravolta gostosa né? hehe

O livro foi para telinhas do cinema e dirigido por ninguém menos que: François Truffaut, cineasta francês e um dos expoentes do movimento Nouvelle-Vague.


  



terça-feira, 29 de outubro de 2024

SMILE II

 



Tempos adversos e só nos cobram sorrisos e felicidades... de certa forma este filme me fez refletir sobre muitas coisas que venho passando nos últimos tempos. Porra Renato, mas é só um filme de terror! Não, não é. 
Bom.. gosto é algo pessoal né? Mas para mim quando o filme, independentemente do gênero, faz a gente parar para pensar ai alguma coisa tem. Boa ou ruim. 

Mas vamos ao que interessa.

Skye Riley (Naomi Scott) está prestes a sair em uma turnê mega lucrativa. Durante um ensaio ela tem uma lesão nas costas o que a faz visitar Lewis Fregoli (Lukas Gage), um ex-colega da escola, que hoje é um traficante. Ela o procura, pois os médicos não indicariam drogas fortes, das quais não iriam solucionar sua dor atual.
Riley tem histórico de abuso de álcool e drogas e o ápice foi um acidente com seu namorado que era um ator famoso.
O acidente faz ela ficar longe dos palcos e da mídia por 2 anos e o retorno dela aos palcos está sendo o evento do ano, super esperado pela mídia, investimentos ao montes. 
Durante a visita ao seu traficante, ela presencia o que parece ser uma overdose, mas (ALERTA DE SPOILER, continue por sua conta e risco) a entidade encarna no traficante e o mata. 
A entidade então passa assombrar Riley até que aparece a figura de Morris (Peter Jacobson, pra quem não lembra, o Dr. Chris Taub do seriado HOUSE M.D) que diz que tem um plano para matar a entidade. 
Embora incrédula e depois de passar por poucas e boas Riley aceita se encontrar com Morris para dar o fim a entidade.
Não temos a origem da monstruosidade, alias destaco um diálogo de Morris onde ele diz que não sabe o que ela é, se é um fantasma, um monstro ou um demônio. Traz uma reflexão da pressão (monstruosidade) do sucesso e da fama, o quanto a fama pode ser assustadora se o artista não tiver uma rede de apoio, a mãe de Riley não escuta sua filha, apenas pensa no sucesso da carreira e nos prejuízos caso sua filha cancele a turnê de retorno.
Uma coisa que gostei muito são os contrastes claro e escuro, as atuações e as coreografias principalmente "da turma do sorriso" que persegue Riley e a atuação da Naomi Scott grande chances ai de termos no podium ao lado da Mia Goth das queridas do Horror. 
Ah! E quanto a reflexão, sem muito texto pretencioso ou despretencioso, é que quando tudo está uma merda (seja famoso ou um zé qualquer como a minha persona) temos que sorrir, vivemos na sociedade do espetáculo, onde temos que sempre sorrir, sorrir, sorrir e estar bem. 
Quando não estamos, somos excluídos, não ouvidos e de certa forma não quistos. Recente li a bio da Britney Spears e o livro Farenhait 451 de certa forma (ok, viajando beeeeeeeeeeem na maionese) tem uma ligação com a linha central do filme.

That's All Folks! 
 




  






quinta-feira, 24 de outubro de 2024

Mannhunter - (Dir. Michael Mann, 1986)

 


Voltando as resenhas de filmes do "Eu NÃO sei fazer resenhas", venho falar sobre um filme que há muito tempo me indicaram e que estava naquela minha velha watchlist e por ser difícil de achar em uma boa cópia demorei horrores para poder assistir. (Embora depois vi que tinha para alugar/comprar na Amazon mas ai são outros 500! Disfarça!!!!) 

Para minha surpresa, a DarkFlix+, o disponibilizou para o meu deleite. Até então eu só lembro de alguém tê-lo indicado mas não sabia ou não lembrava nada sobre o filme, qual era a história. quem eram os atores, nada, nadinha de nada!!!!

 

Temos aqui como agente do FBI nada mais e nada menos que o William Petersen (sim ele mesmo, o Detetive Grisson do CSI, que alias além de ator, foi um dos produtores do seriado). 

A narrativa traz o agente Will Gragam (William Petersen), profiler do FBI,  que após ser afastado devido a problemas mentais devido a sua ultima captura, Dr. Hannibal Lecktor (Brian Cox) foi afastado e foi para Flórida com sua família. 

Gragam é convocado devido sua experiência no caso de Lecktor, para capturar um assassino em série que vem aterrorizando os Estados Unidos com seus crimes, o assassino foi apelidado de "o fada dos dentes.

A trama no entanto não nos conta logo de cara quem é o serial killer.  Para capturar o "Fada dos Dentes" , o agente Will Gragam, busca ajuda do  Dr. Hannibal Lecktor, seu ultimo caso. Gragam acha que Lecktor poderá contribuir com informações sobre a psique que podem ser bem vindos a caça ao novo serial killer.

Francis Dollarhyde (Tom Noonan) é revelado como o assassino e ambas as interpretações de Tom Noonan (Francis Doolarhyde), Brian Cox como Lecktor são maravilhosas. Destaco a cena onde o detetive Gragam vai ao encontro do fada dos dentes e ultrapassa uma janela para salvar a vitima, iniciando assim uma luta para a captura (ou não) do assassino serial.

A persona de Will Gragam me fez lembrar muito do Detetive Grisson em CSI, apesar de não ter lido sobre, é bem capaz que William Petersen o tenha revisitado para construir o papel em CSI. 

O filme precede a trilogia de Hannibal Lector, interpretado majestosamente por  Anthony Hopkins: Silencio dos Inocentes de 91 (The Silence of the Lambs. Dirigido por Jonathan Demme), Hannibal de 2001 do Ridley Scott e Red Dragon dirigido por Brett Ratner de 2002.

Uma dica é assistir a saga em ordem cronológica, lembrando que MANHUNTER e Red Dragon são adaptações do livro Red Dragon escrito por Thomas Harris, ou seja, ambos são na mesma época:

Hannibal Rising (2006), Red Dragon (Dirigido por Brett Ratner.2002), Manhunter (Dirigido por Michael Mann. 1986), O Silencio dos Inocentes (1991) e Hannibal (2001)

E para os completistas de plantão indico o seriado Hannibal (2013- 2015), onde temos Mads Mikkelsen interpretando majestosamente o Dr. Hannibal Lector, não tem relação com os filmes e pode ser assistido de forma independente aos filmes.

Quanto aos livros ainda não tive oportunidade de lê-los, mas assim que eu conseguir por a mão, terá uma resenha por aqui! 

Obs: Alguns filmes estão na Darkflix+, Amazon Prime (streaming ou para alugar/ comprar) . 

Obs: Não consegui achar nada sobre, mas confesso que não pesquisei muito mas em Manhunter a grafia de Hannibal Lecktor, é LECKTOR e não LECTOR como ficou consagrado nos filmes da trilogia do Hopckins e no seriado, quem souber escreva nos comentários.








sábado, 5 de outubro de 2024

O PESO DO METAL: POR UMA TEMPESTADE BARROCA (Série Pesquisa)




Em um primeiro momento o livro traz a caracterização do movimento Barroco e sua relação nas diversas fontes artísticas tais como pintura, arquitetura e literatura. Através dos contrastes, das hipérboles etc
Após o autor discorre sobre o heavy metal, defendendo-o dos ainda existentes pré conceitos e preconceitos, sendo em resumo um genero erroneamente associado a misognia, a bruxaria e ao culto ao demonio.
Ainda traz o papel e o constante crescimento e importancia das vocalistas femininas ao metal, uma das forças motriz para eliminar tantos pre conceitos e preconceitos também.

Discorre pelo conceito do heavy metal e seus sub-genêros, tais quais: o trash metal, death metal, black metal, power metal e o progressivo.

Por fim, analisa os três albuns da banda brasileira Angra e sua correlação ao movimento barroco, não apenas nas letras (com as hipérboles, claro e escuro etc), mas as menções e influencias dos compositores do movimento barroco.

Concluo que esta é uma obra essencial para os fãs da banda, complementa os poucos livros existentes sobre ela; para os estudantes de música e arte barroca.
 

sexta-feira, 4 de outubro de 2024

"Nothing to say"... sobre a HQ "Angra: Renascimento






Como fã do Angra me coloco num lugar difícil ao escrever estas palavras, a vontade é não dizer nada, ou muito pouco.

A ideia é ótima, mas a história infelizmente não me envolveu... daqueles casos que a expectativa é maior que a realidade. Assim como a HQ do TOS, mais um item relacionado a banda na coleção e como item colecionável diria até que ok, agora como fã de HQ deixou a desejar.
Espero que caso haja uma nova, melhorem o roteiro e a história seja mais elaborada e cativante.
A ressalva é a qualidade das ilustrações do Ale Santos e da editora Estética Torta.

quinta-feira, 3 de outubro de 2024

Sucesso paralamico também nas páginas... João Barone em " 1,2,3,4! Contando o Tempo com Os Paralamas do Sucesso"



Olhe, repare, olha como...ele escreve. Que livro! João Barone, ele mesmo o baterista dos "Paralamas do Sucesso" nos brinda com suas reminiscências paralamicas do começo ainda lá na Rural e até a recuperação do Hebert do terrivel acidente do ultraleve.
Tenho como memória, desde criança quando ouvi a versão  de "Parte y mira" da banda Los Pericos, na versão paralamica "Lourinha Bombril", tempos depois dissecando os cd's de uma prima minha, com uma vastíssima coleção de livros e cd's, encontrei o nome "Os paralamas do sucesso", que nome genial pensei.
Eu ainda não fazia jus ao nome da banda, aquela música animada que ouvia na rádio, pouco tempo depois, na casa de outro parente, vi o "Nove Luas"  e descobri que ali tinha a tal música animada.
Dai recorri para a minha prima, pedi a maioria dos álbuns emprestado e reconfirmou meu amor a este trio (eu sempre considero como uma banda de 4 por causa do João Fera! mas é um achismo meu!). 
Enfim, tive oportunidade de assistir meu primeiro show dos paralamas antes do acidente do Hebert e depois tive outra oportunidade de prestigiá-los em algum show na retomada da carreira.
Banda, exemplo de resiliência  e importante ao cenário musical brasileiro e se não, da américa latina.

Recomendo o livro não só aos fãs dos paralamas mas aos fãs do rock brasileiro pois o livro discorre sobre o boom do rock nacional também!
Viva Barone, Viva Bi, Viva Hebert e Viva Paralamas! Vida longa a esta banda genial e inovadora.
Obs: recomendo a leitura o livro do Jamari França: "Os paralamas do sucesso: Vamos batê lata" ambos se complementam.
Obs²: Está para sair a biografia do Maestro João Fera que está em financiamento coletivo pelo Catarse, link abaixo: 

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

O porco

 



Este livro chegou em minhas mãos através de uma amiga minha, que é a tradutora do mesmo.

Eu na minha infame incursão literária do horror, nem tinha ouvido falar de William Hope Hodgson.
Pois bem, me surpreendi, leitura rápida e proveitosa.
Confesso que acostumado com a leitura de horror contemporânea, o livro não me pegou na parte do horror cósmico. Embora em alguns momentos imaginei como este conto seria interessante no cinema nas mãos de Lynch ou Cronemberg.Existem momentos de body horror (talvez tenha sido meu sonho ou a minha fajuta interpretação literária.... ou seria, também cinematográfica...eis a questão!).

Sonhos... realidade?...insanidade?... monstros (não somos todos nós?)? O detetive Thomas Carnacki tem uma missão difícil.  
O Livro narra a experiência do detetive do oculto Thomas Carnacki, investigando os pesadelos porcinos de Bains, onde ele também se entremeia entre os dois mundos e tem que enfrentar O Porco.
Por fim, recomendo talvez a leitura, ouvindo o álbum "Animals" do Pink Floyd.

quarta-feira, 11 de setembro de 2024

Jim Morrison: Ninguém sai vivo daqui

 Danny Sugerman quando tinha entre 13 e 15 anos entrou no escritório do the Doors e por benção de Jim Morrison autorizou sua permanencia ali e por consequencia seu trabalho junto à banda.

O livro relata a trajetória do homem lagarto, com a sua poligamia, abuso de drogas e principalmente seu carater revolucionário e combativo a sua própria imagem. Poeta, no qual, quiz seguir a margem da persona-estrelada, o livro conta um pouco do Jim Poeta e de suas amizades com escritores e poetas. Bem como cineastas.tal qual Àgnes Varda. Uma outra geanialidade que faz falta.

Por fim o livro retrata a controversa morte de Jim, o deixa em aberto, até por que sua obra permanece eterna!

 


sábado, 24 de fevereiro de 2024

Os jovens Baumann

Este filme tenho um carinho enorme pois assisti na minha primeira mostra de cinema, a Mostra macaBRo - Horror Brasileiro Contemporâneo no ano de 2020 promovida pela BLG Entretenimento e CCBB e transmitida de forma online (devido a pandemia) e gratuita pelo streamming fantástico e brasileiro Darkflix.

Ai foi o começo de eu me aprofundar no cinema fantástico, estudar cinema (de forma independente) e desenvolver amizades muito mas muito queridas.


Vamos ao filme:


Lembro-me que alguns dos meus colegas não simpatizaram com o filme. Ele tem uma estética demodê, a diretora utiliza do VHS para filmar e tem um quê de found fotage.

Em suma o filme traz uma viagem que os jovens Baumman fazem em 1992 com destino a fazenda que eles são herdeiros na cidade de Santa Rita D'Oeste, sul de MG.

Uma caixa contendo os registros do VHS é encontrada pela narradora, que é a filha do caseiro da fazenda. 

Essa questão de ter uma narradora não me agradou muito. 

Quando uma das personagens está ao lado do cavalo e comenta que sentiu medo quando o cavalo galopou até uma área até então desconhecida por ela, ela informa que a sua vontade era se fugir, porém não consegue e finaliza fazendo a analogia entre ela e o animal amarrado no curral: "A gente tá aqui preso tudo igual".  


Em outro momento, outra personagem diz que acha que os cachorros perseguem os fantasmas das ovelhas. Ou seja, o sobrenatural mesmo que de forma desconexa permeia a narrativa.

A ultima cena do filme, durante o que talvez seja uma brincadeira dos primos no cafezal, me lembrou uma coreografia a la power rangers.


 Gosto da escolha do VHS e de ser um found fotage brasileiro, por fim excelente naquilo que (talvez) se propõe.. permitir que o mistério permaneça um mistério.



FICHA TÉCNICA

Direção: Bruna Carvalho Almeida


Assistente de Direção: Adriana Serafim


Roteiro: Bruna Carvalho Almeida e Larissa Kurata


Produção: Ana Júlia Travia, Eduardo Azevedo, Julia Alves, Michael Wahrmann


Produção Executiva: Eduardo Azevedo, Julia Alves, Michael Wahrmann


Produtores Associados: Alice Andrade Drummond


Direção de Fotografia: Anna Santos


Edição: Luis Felipe Labaki e Rafael Nantes


Trilha Sonora: Luis Felipe Labaki


Som Direto e Desenho de Som: Henrique Chiurciu


Montagem: Rafael Nantes, Luis Felipe Labaki


Mixagem: Henrique Chiurciu


Direção de Arte: Eduardo Azevedo


Elenco: Julia Burnier, Isabela Mariotto, Marília Fabbro

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

In the end

 


Primeiramente é uma biografia não oficial, porém ao meu ver, não é bem uma biografia. Para os leitores mais aficcionados de bios talvez não gostem. Entretanto isso para mim não fez a diferenca e não deixa o livro menos interessante.

A autora faz algumas análises das composições do Chester e  relatos do próprio, além da banda ou de outros parceiros de composição. Em muitos casos é notório, em seus temas, a depressão, mas mesmo trazendo temas até então dificeis Chester, Mike e banda sempre disseram que a intenção era dar esperança as pessoas.

E eu como fã, sou prova que a energia das musicas deram luz em várias etapas da minha vida.

Como fã preenche o espaço do vazio da saudade e nos faz lembrar do talento e gigantismo que era/é...É. Por que ele é eterno, suas melodias e letras sempre terão espaço nesse mundo malucão em que vivemos. 

A edição da Estética Torta lindissima como sempre! Viva Chester e LINKIN PARK!


terça-feira, 30 de janeiro de 2024

Vampiyaz, Zombiez e Cryptz

Vamos ao nosso primeiro texto sobre filmes aqui do "Eu não sei fazer resenha", inicialmente eu queria inaugurar com cinema fantástico brasileiro, porém esta semana eu achei 3 filmes que estavam na minha "watchlist" há muito tempo e como estão frescos vou tentar escrever um pouquinho sobre eles e espero trazer em breve muitos textos meus ou de amigos queridos falando sobre filmes, livros ou sobre eles/elas/elus quiserem escreverem.

Vamos ao que interessa:


Vampiyaz (2004)



O primeiro filme é o Vampiyaz dirigido pelo John Bacchus, filme de 2004. Logo no início temos Jakeem (Richard Carrol Jr) e seu comparça assaltando um cofre. O detalhe que me chamou a atenção é que é a casa dum homem branco vestido com um pijama de porco. Para quem não sabe "pig" é uma giria para policial e foi muito utilizada pelo movimento "Pantera Negras" nos anos 60 em Oakland, na Califórnia e dissiminado pelo país, o movimento lutava pelos direitos civis da população negra e contra o facismo e violencia dos brancos (e das forças armadas, os porcos), não cabe aqui falar de história, mas indico um documentário da Agnès Varda de 1968 chamado "Black Panthers", este documentário é maravilhoso (alias a Agnès Varda é uma das diretoras favoritas, recomendo absolutamente tudo dela!).





De volta ao filme temos um ex-detendo e agora um artista de hip-hop que precisa exterminar uma gangue de vampiros que está dominando o seu bairro. 

Os efeitos especiais pecam, alias podemos chamar de defeitos especiais, os tiros são dignos de armas de um sci-fi barato, LUZES! 

Do resto o filme tem uma pegada de filme independente, o qual, eu amo. 

Temos duas possiveis final girls e infelizmente as duas não sobrevivem aos chupadores-de-sangue, alias uma das é mordida por um vampiro a outra é simplismente explodida. 

Parte legal também é os pedaços de corpos espalhados pelo cenário e os vampiros fazendo lanchinhos de pedaços de pé e mãos, contrariando o comum de alimentarem apenas com sangue. 

Já as mortes são comicas.

Os efeitos gore dignos de produções independentes são até que interessantes porém poucos explorados, já vi muita produção menor com efeitos bem mais explorados e ricos.


A trilha sonora me encantou muito.




ZOMBIEZ (2005) 



Sobre este filme, lembrando que eu não sei fazer resenha, mas não tem muito o que dizer.

Também dirigido pelo John Bacchus, o filme de 2005 tem uma melhoria nos efeitos gore, porém não sei o que se passou na cabeça do diretor ou do roteirista mas os Zumbis usam armas para matar suas vitimas! 

Cinema de Zumbi é um dos sub-generos dos quais eu gosto, porém ainda me falta repertório para falar sobre. Porém é de fazer George Romero, Lucio Fulci se revirarem dos tumulos, por que o legal deste nicho são as mortes, mesmo no filme do Romero onde os zumbis se organizam, apreendem de certa forma a se comunicar e alias lembrei tem sim um filme dele que os zumbis aprendem a utilizar armas mas eu vejo no filme do Romero uma evolução do universo dos mortos vivos já no filme do John Bacchus simplismente é um ninja zumbi praticamente e confesso que não me cativou.

Basicamente o filme é sobre uma mulher tentando escapar de ser esfaqueada/dilacerada e devorada pelos zumbis.

Uma cena me chamou a atenção quando a sirene da policia toca os zumbis negros fogem. Confesso que fiquei confuso sobre esse "trocadilho imagético" se os zumbis negros estão fugindo da policia ou se correm em direção ao som. Se for o ultimo caso a "policia" salva a personagem principal que está encurralada.





Cryptz (2002) 



Este aqui, diferente do Vampiyaz, um filme de dois anos antes para mim foi o melhor deste recorte. Três amigos aspirantes a rappers vão em um clube de striptease que é comandado por vampiras. 

Cryptz, dirigido pelo Danny Draven (creditado também pelos efeitos especiais), me pareceu um filme muito melhor desenvolvido, muito bem mais filmado do que os outros dois, os efeitos gore são bem explorados e gostei bastante da iluminação e não podia faltar é claro a trilha sonora me agradou bastante. 

Atuações mais convincentes comparadas aos outros dois filmes. 

Meu preferido dos três.





Todas fotos peguei no google! 


Finalizando gostaria de agradecer aos professores e queridos amigos Carlos Primati, Tati Regis e Queops Negronski que foram os responsáveis por apresentar este cinema maravilhoso! 

sábado, 20 de janeiro de 2024

Get back

 





Como um beatlemaniaco que sou, nem sei como descrever esse livro. De início comprei por apenas ter um livro dos Beatles. Assisti o documentário duas vezes (e quero assistir de novo) e enfim o livro chegou e para a minha grata surpresa não é um repeteco do documentário, mas sim um complemento riquissimo. 

As transcrições estão ali, os desgastes de uma longa estrada sinuosa também, porém criativamente os 4 juntos e criando, se divertindo com uns perrengues cá e lá. 


Enfim recomendo e muito o livro! Leia no máximo volume!


sábado, 13 de janeiro de 2024

Inside out


 Nem sei por onde começar a escrever sobre este livro. Talvez eu deva falar que eu nasci ouvindo Pink Floyd, foi meu pai quem me apresentou a banda. Na adolescencia tive inumeras bandas e uma delas tocavam Pink Floyd.
No Brasil temos o Engenheiros do Hawaii, a qual uma turminha se juntou se não me falhe memoria na faculdade de arquitetura e engenharia lá no sul e bem antes disso acontecer em meados de setembro de 1962, Richard Wright, Roger Waters e Nick Mason iniciaram o curso de Arquitetura na Escola Politécnica de Regent Street.
Dizer que o livro maravilhoso é pouco. Talvez por eu ser muito fã da banda, então logo não considerem muito, pois tem muita paixão envolvida.
Alias curiosamente, a data de ontem, 12 de janeiro (1968) foi a primeira apresentação do grupo como um quinteto, contendo Syd Barret e David Gilmour no mesmo palco.

Vamos ao que interessa: o livro!


Nick Mason escreve de forma brilhante a história do Pink Floyd dos primórdios até The Endless river. 

Fala sobre Syd e sua passagem pelo Abbey Road na gravação do album Wish You Were Here, das brigas com Roger Waters... dos reencontros (Live 8 e outros), do falecimento do Rick Wright e detalhes da discografia, equipe e dos estúdios. 

Recomendo e muito e digo mais... leia ao Máximo volume!

E como Nick disse no livro, tambem espero mais e mais deste legado. 



Inside out: minha vida no Pink Floyd. Nick Mason. Flávia Souto Maior (tradutora). Belas Letras, 2022.

Título original: Inside Out

domingo, 7 de janeiro de 2024

O homem que caiu na tela...

 


Lúcio Reis Filho e Laura Cánepa reune artigos sobre alguns dos mais iconicos filmes dos quais David Bowie atuou. 

Assim como na carreira musical, Bowie na tela nos traz sua versatilidade e suas multiplas personas. 

De: "The image" e "The man who fell the Earth" , "The Hunger" etc fazendo muitas vezes paralelos ao periodo musical de Bowie. Sexo, drogas, rock and roll e a morte. Major Tom perdido no espaco sem retornar a Terra até Blackstar e Lazarus. 


Um livro recomendado para os fãs de Bowie e para os fãs de cinema. Um livro de cabeceira, para estudar e celebrar o eterno camaleão!!

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

Sepultura: os primordios 1984- 1998

 


Li este livro na primeira edição, peguei emprestado de um amigo e tinha amado. 

A nova edição foi publicada pela Editora Estética Torta e é belissima. 

Porém, senti falta de acrescentarem um texto sobre os lançamentos após o Against. (Alerta de spoiler: o livro termina com a chegada do Derick e com o primeiro album desta nova fase).

No livro conta todo o percauso da saída do Max, senti falta de abordar mais o motivo da saída do Iggor. Como todo fã sabe, o livro aborda a mesma história divulgada na mídia, verdade ou não - talvez nunca saberemos. 

Legal que é dito (e contradiz) muito dos boatos a cerca do Andreas, Iggor e Paulo sobre a Gloria (incluindo o falecimento de seu filho) e os "vai e vem" dela versus o resto.

Importante ressaltar que Max criou coisas muito fodas, assim como o Sepultura ergueu a cabeça e seguiu em frente e criou muita coisa foda também!

Max recentemente disse que sempre culparam a Gloria, mas ele prefere que o culpem, pois não estavam mais em comum acordo. Iggor, ao meu ver, assim como Max incentiva muito essa questão do Sepultura serem com os Cavalera e o resto que se f!. Eu acho que alime tar essa treta é duma infantilidade sem tamanho, mas enfim...

Morbid Visions/Bestial Devastation foi meu primeiro cd de death metal, aos meus sete anos de idade, eu tenho um carinho enorme por este cd e o que ele representa para mim ao longo da minha vida. Não sou e não gosto muito daqueles "fãs" que alimentam a richa Max versus Derick, ambos são deuses do metal e ponto final. 

Recentemente assisti uma entrevista (antiga) do Iggor falando sobre o Zé do Caixão em um extra dum dvd que comprei de segunda mão. Noutro extra tinha a participação do Sepultura no corte da unha do José Mojica Marins, o Zé do Caixão.  Mas por que estou dizendo isso? Amo Mojica, assim como amo o Sepultura, apesar de gostar da banda há mais de 30 e poucos anos eu lia muito pouco sobre eles, bem como não conhecia nada além dos filmes do Mojica.

Na pandemia, conheci uma galera pra mais de legal, participei de cursos online de cinema, mostras online (de cinema) e por fim cai na bibliografia do Mojica, também escrita pelo André Barcinski. E desde então procuro acompanhar seu trabalho. E na primeira vez que li livro, confesso que nem liguei. O Silvio " Bibika" Gomes, também me era raro, não sabia de sua existencia e nem de seu papel na história da banda.


Sepultura recém noticiou seu fim mas seu peso e sua importância será enternamente enraizada na história musical do Brasil. Sepultura, assim como, Angra levaram um pouco de nós (incluindo nosso amado cinema maldito) para o mundo.


Espero que isso seja um golpe de mkt, caso não for torço pelos irmãos Cavalera, pelo Andreas e Derick e recomendo muito a banda do querido Jairo " Tormentor"  Troops of Doom, quem sabe a turminha old school(com a nova) não fazem as pazes e se reunem pruma turne.


sábado, 30 de dezembro de 2023

A cidade dos amaldiçoados





 A edicão da Diário Macabro é belissima. Destaco o posfácio escrito pelo pesquisador e professor Carlos Primati, que além do posfácio nos brinda com uma filmografia selecionada baseada nos livros do John Windham. 

Apesar de achar o livro mais ameno do que os filmes, eu amei. Indico para todos os fãs de ficção.


Quanto a história, durante um apagão, as mulheres férteis são engravidadas de modo misterioso. Passado um tempo nota-se a similidariedade dentre elas e seu poder telepático. E a história tem seu embate humanos versus as Crianças e o que fazer para a humanidade ser protegida desta ameaça.


A cidade dos amaldiçoados. John Wyndham; Alcebiades Diniz Miguel (tradução). Editora Diário Macabro, 2021. 288p.

Título original: The Midwich Cuckoos.



sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

☠️ Saboroso Cadáver

 Tenho uma colega que sempre que conversamos sobre livros, vive me dizendo "você só lê sobre cinema ou biografias". E ainda acrescentou você precisa ler mais mulheres. Bom, em partes, ela tem razão, quase 90% do que leio é sobre cinema (em especifico sobre horror, cinema brasileiro e cinema independente), a outra metade são livros de: música, romances, poesia, gastronomia (sim gente, leio livro de receitas e sobre gastronomia em geral), policiais etc.


 E sobre ler mulheres... é um absurdo quando parei para pensar o tão pouco que leio.

Logo, durante a pandemia, decidi mudar este cenário e principalmente acrescentar escritoras no meu universo literário. 

O "meu eu anterior" só sabia da Agatha Cristhie e o seu famoso pudim de natal e da Lu Micheletti (Sim, a Lu ex-vj da Emê-Tê-vê... em breve escreverei sobre algum livro dela, mas já adianto que um dos melhores livros de poesia que li, foi dela!).


Muita calma nessa hora! Devo ter lido mais escritoras, mas como sou ruim de memória citei apenas estas duas. 

Farei uma mencão honrosa a querida Gillian Anderson. Tenho um livro dela, maravilhoso, um sci-fi a lá Arquivo-X...que será assunto de outrora.


Vamos agora ao livro da vez...



É para poucos, talvez seja uma das leituras mais pesadas que já li, entretanto, não significa que seja um livro ruim...pelo contrário, é excelente. 

Desde as primeiras páginas dá-se o tom que iremos enfrentar ao longo da história. 

Se passa num período onde o consumo de carne humana é permitido, pois uma doença se alastrou contaminando os animais e os deixando impróprio para o consumo. Ao decorrer do livro questiona-se se tal doença existe ou se não é uma conspiração do governo e da cadeia produtiva e também o por que de não consumir outras opções, como os vegetais.

 Marcos filho de um ex-dono de frigorífico, é o braço direito do atual dono e acompanhamos seus percausos ao longo do livro.

 Não temos empatia pelo personagem, afinal ele mesmo, não demonstra um pingo de empatia pelo próximo. Nada justifica seu comportamento, é um escroto como tantos os outros. 


Tem criticas e alegorias dignas de reflexões, os seres humanos são chamados de produtos, cabeças, números, alguns nomes de cortes importamos dos animais ou os adaptamos. Nós, humanos, na qualidade de meros produtos pra abate, somos número e temos controle de qualidade. 


Como sempre no "capetalismo", existe a discrepancia de classes... temos então os ricos que comem as cabeças de melhores qualidades e temos os "marginalizados" que comem a carne com nome e sobrenome. Afinal de contas o canibalismo não curou a fome como era esperado, só deu vazão, ao que já acontece...


Eu li cada frase, com um aperto no coração, todavia, a minha imaginacão foi além e imaginando o livro como se fosse um belo filme de horror. (Alô diretores, vamos transformar o livro na sétima arte?). Imaginei Fulci, Cronenberg, Mojica e como a escritora é uma mulher latino americana, imaginei também a nossa querida Gabriela Amaral Almeida... Uma sequencia de "O animal cordial" baseado no livro da Águstina. Quem sabe um dia...quem sabe um dia...

Enfim, apesar de ter gostado, recomendo apenas se tiver um estomago forte.


Estou doido para dissecar as obras da escritora! E meus caros amigos leitores vamos ler mais mulheres, sempre!!!



Saboroso cadáver. Agustina Bazterrica; Ayelén Medail (tradução). Editora: Darkside Books, 2022. 192 p.

Título original:  Cadáver Exquisito.

Eu sou a lenda

  Ícone do scifi/horror dos anos 50 O ano era 1976, Robert Neville, possivelmente, o único sobrevivente de uma pandemia vampiresca que se as...